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Escrito por Fernando Garcia
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Sex, 27 de Julho de 2012 00:00 |
Saiba como fazer um bom negócio na compra de um Renault Clio
O Clio foi lançado no final de 1999, disponível em três versões de acabamento: a básica RL 1.0 de 59 cv, intermediária RN 1.0 e 1.6 de 90 cv e RT 1.6. No ano seguinte surgia a esportiva Si 1.6 16V de 110 cv. A diferença principal ficava por conta das exclusivas rodas de alumínio 185/60 R14, aerofólio traseiro, faróis de duplo óptico, retrovisores na cor da carroceria, bancos esportivos, volante e manopla do câmbio em couro e freios ABS. No ano seguinte vieram os motores 1.0 (70 cv) e 1.6 (102 cv), ambos 16V, disponíveis para a RN e RT e as séries especiais Yahoo (baseada na 1.0 8V RL e comercializada somente pela Internet) e Tech Run (com base na 1.0 16V RN e equipamentos da Si). Em 2002 foi a vez da 1.0 8V Jovem Pan (diferenciada pelo painel de instrumentos com fundo branco com conta-giros, aerofólio, CD – Player com controle no volante e rodas 175/60 R14 com calotas) e Alizé, baseados na versão RN 1.0 16V (acrescida de ar-condicionado, direção hidráulica e vidros elétricos nas portas dianteiras).
Sua primeira reestilização viria em 2003 ganhando uma frente remodelada, com novos faróis, grade, capô e para-choques. A nomenclatura também mudava: Authentique, Expression e Privilège entravam no lugar das RL, RN e RT, respectivamente. Neste ano, foi lançado o Clio duas portas nas opções 1.0 (8 e 16V) e 1.6 (16V), mas a Si deixava de ser oferecida. A Dynamique era apresentada em 2004 como topo de linha da versão duas portas, oferecida nas opções 1.0 e 1.6 16V e, mais tarde, a estreia da opção Hi-Flex para o 1.6 que desenvolvia 115 cv com álcool e 110 com gasolina.
No ano seguinte a tecnologia bicombustível chegava à versão 1.0 (77/76 cv). Em 2006 vieram as séries especiais 1.0 16V Expression Get Up limitada a 950 unidades e Air 1.6 16V Hi Flex, com 700 exemplares; além de algumas mudanças sutis no restante da linha. Em 2007 voltou a ser importado da Argentina sem nenhuma alteração e curiosamente a Renault lançou a série limitadíssima de cinco exemplares batizada de F1 Team - com motor 1.6 16V flexível de duas portas - onde somente foi sorteada entre os participantes da campanha promocional “Financeira Renault Portas Abertas”. Já a Campus apareceu em 2008 como modelo de entrada da Renault na versão 1.0 16V com duas ou quatro portas e as versões mais caras deram lugar ao recém-chegado Sandero.
Como comprar um Clio usado
O grande atrativo do veículo são os seus equipamentos. Não é tão difícil, por exemplo, encontrar Clio equipados com air-bag duplo, mesmo nas versões mais simples. Por falar em equipamentos, a sua oferta no mercado de usados costuma ser farta, tanto nas versões 1.0 quanto 1.6, o que acaba facilitando na hora de decidir pela sua compra. Só evite comprar as versões sem direção hidráulica e ar-condicionado cuja revenda é complicada. Fuja também das séries especiais como Jovem Pan, Air, Tech Run etc. Apesar de algumas delas parecer um bom negócio por oferecerem diversos itens de série em comparação às tradicionais, a revenda nem sempre é fácil, sobretudo se tiver cores vibrantes.
O hatch da Renault não costuma apresentar defeitos, mas há alguns pequenos problemas que incomodam alguns de seus donos. É o caso da queima precoce das bombas de combustível (modelos flexíveis) e do esguichador do pára-brisa. Outro problema crônico está no velocímetro, que em alguns carros ele para de funcionar, assim como o hodômetro total e parcial. A dica é levar até uma oficina para fazer uma vistoria que, dependendo do caso, pode ser uma simples limpeza ou a troca do sensor do velocímetro.
Quando for fazer um test drive, atente para possíveis vibrações no motor Não é difícil o coxim central, responsável pela fixação do conjunto motor/câmbio estar desgastada. Os sintomas começam a aparecer quando surgem vibrações no motor que são transpassadas para o interior do veículo. Para verificar isso, peça a um mecânico para colocar o veículo em um elevador e avaliar a peça a fim de encontrar possíveis rachaduras.
Tome cuidado com a chave – codificada - que Costuma dar pane, seja por mau uso ou mesmo pela vida útil. Geralmente o motor não pega e uma luz vermelha no painel fica piscando. Dependendo do caso, é preciso fazer chaves novas e, como vem direto da França, o serviço leva em média de 40 a 45 dias e custa mais de R$ 1000.
Em modelos mais antigos, com o tempo, o sensor de rotação - que faz parte do sistema de injeção - apresenta falhas de leitura ocasionando variações na marcha lenta ou o “apagamento” repentino do motor. A solução é a troca deste componente, também conhecido como captor de regime ou sensor de PMS.
Por fim, note se o carro apresenta falha no motor e chiado em ponto morto. Em algumas unidades Hi Flex foi constatada a queima da bomba de combustível. Lembre-se que, caso não estiver na garantia, a substituição desta peça não sai por menos de R$ 900 nas autorizadas. Boa compra!





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Escrito por Fernando Garcia
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Qui, 26 de Julho de 2012 00:00 |
Conheça algumas dicas de como comprar um VW Bora sem ficar no prejuízo
O Bora apareceu pela primeira vez na Europa, em 1980 com o nome de Jetta. Por aqui, só chegaria em dezembro de 2000 como modelo 2001, importado do México, através do acordo provisório com o Brasil, cuja alíquota de importação era de 8%. Feito na fábrica mexicana de Puebla, o sedã era oferecido inicialmente nas versões Básica e Comfortline que adicionava ar-condicionado, air bag, freios ABS com distribuidor eletrônico de frenagem EBD, rodas de liga-leve, além de um interior mais caprichado. As duas opções contavam com o mesmo motor do Golf intermediário, de 2,0 litros de 116 cv e torque de 17,3 a 2400 rpm. Opcionalmente o câmbio automático de quatro marchas com gerenciamento eletrônico era disponibilizado nas duas versões.
Em 2001, o Bora ganhou em sua lista de opcionais, a oferta de novas rodas de alumínio, ar-condicionado Climatronic e computador de bordo, além de oferecer rádio com CD-player de série.
A linha 2005 passava a vir com ar-condicionado Climatronic de série para todas as versões. Além deste item, havia computador de bordo, piloto automático, faróis de neblina, rodas de liga leve, duplo air bag e freios ABS. Por fora, cromados nos pára-choques, frisos e grade do radiador, além da luz de seta na cor branca nas lanternas traseiras que dava um ar mais esportivo ao modelo.
No mês de setembro de 2007 o Bora sofria a sua primeira reestilização ganhando nova frente e traseira, além de contar com câmbio Tiptronic de seis marchas. Até o fim deste ano a marca contabilizava 13.306 unidades vendidas. O motor 2.0 litros flexível só viria em 2009 cuja potência era de 116 cv rodando cm gasolina e 120 cv com etanol, mas no ano seguinte o sedã se despedia, dando lugar ao Jetta.
Como comprar um Volkswagen Bora usado
A sua oferta no mercado de usados costuma ser bastante variada e é possível achar um modelo 2005 que já vem de série com trio elétrico, direção hidráulica, bancos dianteiros com regulagem de altura e portas com trava elétrica através de controle remoto por módicos R$ 25.000, preço de um Fiat Uno zero-quilômetro pelado!
Antes de assinar o cheque da unidade pretendida, cheque a forração interna, tais como painéis de porta e de instrumento e veja se não estão descascados. Este é um problema comum do revestimento que é feito de borracha, presente não só no Bora, mas em modelos como Golf e Audi A3. A ação do tempo e produtos que prometem dar brilho nos painéis, às vezes podem contribuir para isso. Mesmo tomando cuidado, com o tempo a forração na cor preta fosca acaba perdendo a textura, ficando esbranquiçada. Olhe também se a tampa do porta-luvas está abrindo e fechando normalmente, pois a fechadura é sensível e pode quebrar com facilidade.
Em 2007, a Volkswagen convocou proprietários das unidades do Bora, fabricadas entre março e setembro de 2001, para a verificação do componente da unidade de controle do sistema ABS. Alguns modelos tiveram que substituir o chip que futuramente poderiam apresentar superaquecimento e eventualmente pegar fogo, incendiando componentes próximos, no compartimento do motor. Verifique se foi feito o serviço!
Já na parte mecânica, a dica é verificar com cautela o motor, câmbio e assoalho. Por ser um carro de vocação mais esportiva e muito apreciado por jovens e tuneiros, muitos destes Bora, às vezes, podem estar com o motor cansado, o câmbio patinando e com folga no escalonamento de marchas. Quanto ao assoalho, peça para o vendedor deixar levar até um posto de gasolina, para verificar possíveis arranhões embaixo ou mesmo trincas. Boa compra!


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Escrito por Fernando Garcia
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Qua, 25 de Julho de 2012 00:00 |
Bem equipada e confortável, a 206 SW pode ser uma boa pedida no mercado de usados
A Peugeot 206 SW foi lançada no início de 2005 nas versões 1.4 Presence de 75 cv, 1.6 Presence de 110 cv e a topo de linha Feline, somente na motorização 1.6, todas movidas somente a gasolina. De série, a versão mais simples já oferecia direção hidráulica, travas elétricas, volante e banco do motorista com regulagem de altura, regulagem interna dos faróis, porém air-bag para motorista e passageiro e ar-condicionado eram opcionais. A 1.6 Feline recebia a mais: ar-condicionado automático, freios a disco nas quatro rodas, acendimento automático dos faróis, vidros elétricos nas quatro portas, faróis de neblina, rodas de liga leve, computador de bordo, sensor de chuva e retrovisores elétricos.
Ainda no mesmo ano, a SW ganhava motor flexível na versão de 1.6 litro fazendo 113 cv com etanol e 110 cv na gasolina. Em 2006 a 1.4 finalmente recebia o motor flex fazendo 82 cv (etanol) e 80 cv (gasolina) e o ar-condicionado passava a ser de série em todas as versões.
De olho no sucesso de vendas da versão aventureira da Palio Weekend, a Peugeot resolve lançar, em 2006, a Escapade que agregava um visual off-road. Já em 2007, a 206 SW 1.6 Presence deixou de ser oferecida e a Feline passou a contar com câmbio automático sequencial Tiptronic de quatro marchas, o mesmo que equipa a linha 307. Mas a opção com teto solar só chegaria ao ano seguinte na série limitada Moonlight. Em 2009 a 206 SW deixava de ser oferecida deixando o segmento de peruas para a 207 SW, que nada mais era do que uma sutil atualização no estilo, porém com outro nome.
Como comprar uma Peugeot 206 SW usada
A primeira regra na hora da compra é evitar comprar as versões dos primeiros anos que não vinham com motores flexíveis, as quais são mais difíceis de revender e sofrem menos com a desvalorização.
Olho vivo na manutenção que é cara e na durabilidade de suas peças, considerada curta pelos seus donos. Para isso, cheque muito bem se todos os itens estão em dia e lembre-se de exigir o manual de manutenção e do proprietário para saber todos os serviços realizados. Para se ter uma idéia, um vigia traseiro para o 206 SW não sai por menos de R$ 2.000 e não é difícil encontrar uma unidade com a peça trincada ou desalinhada.
Outro problema está na chave de seta, comum de apresentar defeitos e, dependendo do caso, é necessário fazer a substituição. Se não estiver na garantia de três anos, você terá que reembolsar mais de R$ 300 pela peça. Neste caso, verifique todas as funções deste equipamento.
O acabamento interno é outro problema crônico da linha. O excesso de plástico presente nos painéis de porta e instrumentos é uma verdadeira fonte de barulhos. Para isso, a dica é andar em ruas de paralelepípedo para descobrir possíveis ruídos ou peças soltas. Olhe também se não há manchas nos estofados, decorrente de infiltrações. Outro inconveniente, reclamado por donos de 206 SW, é o barulho proveniente do atrito entre as peças plásticas que prendem a cobertura do tampão traseiro. Durante o teste, aproveite para analisar os amortecedores dianteiros que podem apresentar vazamentos, mesmo em modelos com baixa quilometragem. Portanto, olho vivo e boa compra!


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Escrito por Fernando Garcia
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Ter, 24 de Julho de 2012 00:00 |
Quer um carro barato e espaçoso? Então conheça os prós e contras antes de adquirir a Fiat Idea
Desenvolvida pela Fiat sobre uma nova plataforma, a Idea chegou ao mercado brasileiro em setembro de 2005, já como modelo 2006. Vinha nas versões ELX, equipada com motor Fire 1.4 (81 cv e 12,4 kgfm de torque com etanol; 80 cv e 12,2 kgfm de torque com gasolina). Além desta, havia a HLX 1.8 (114 cv e 18,5 kgfm, 112 cv e 17,8 kgfm). Aliás, esta unidade é a mesma da Chevrolet Meriva e da família Palio, o que graças a este compartilhamento de peças, acaba-se as encontrando com mais facilidade, além do preço sair mais em conta.
Após um ano, veio a Adventure que agregava pneus para uso misto 205/70 R15, rack no teto, estepe localizado na tampa do porta-malas, luzes de direção acopladas aos retrovisores, faróis de profundidade e de neblina e saias laterais. Por dentro, a novidade era a bússola e inclinômetro transversal e longitudinal. Em 2008, a Adventure ganhava um inédito dispositivo de bloqueio do diferencial, batizado de Locker e para o ano seguinte, o câmbio Dualogic entrava para a lista de opcionais.
Para 2009, a versão de entrada ELX ganharia mais uma opção de motor 1.8 litro, presente na HLX, mas a primeira e leve reestilização só chegaria ao ano seguinte acompanhado da nova família de motores E.torQ 1.6 16V e 1.8 16V que se juntariam a atual Fire 1.4. O motor E.torQ 1.6 16V produz 115 cv de potência rodando somente com gasolina, e 117 cv com etanol. Seu torque máximo – 16,2 kgfm com gasolina e 16,8 kgfm com etanol – é atingido a 4.500 rpm. Já o 1.8 16V tem potência de 130 cv com gasolina e 132 cv com etanol. O torque máximo, 18,4 kgfm (gasolina) e 18,9 kgfm (etanol), é atingido a 4.500 rpm.
Para a linha 2010, havia quatro opções de acabamento (Attractive, Essence, Sporting e Adventure) e dois câmbios – mecânico de cinco marchas ou Dualogic automático. Desta forma, as nomenclaturas ELX e HLX sairiam de linha.

Como comprar uma Idea usada
Graça a mecânica simples e robusta, muitos fazem da Fia Idea o seu instrumento de trabalho como os taxistas. Porém a reclamação é do consumo do motor 1.4, que faz um consumo de até 6,5 a 7 km/l na cidade, no etanol. Por isso, a dica é levar para casa a opção com motor 1.8, que custa e bebe quase o mesmo que a 1.4, porém oferece melhor desempenho para empurrar seus 1.230 kg. Por menos de R$ 30.000, é possível encontrar a versão 1.8 HLX 2006 que já vem equipada com ar-condicionado, trio elétrico, direção hidráulica e rodas de alumínio. Outra grande vantagem é da mecânica ser compartilhada com a família Palio, o que na prática que dizer peças acessíveis. No seguro, o valor também agrada e custa em média R$ 1.800, considerando o perfil masculino, casado, 30 anos.
Por outro lado, merecem atenção especial alguns itens antes de assinar o cheque. Nas portas, por exemplo, não é difícil acumular água por conta de entupimento, podendo causar pontos de ferrugem. Para escoá-la, basta soltar umas tampinhas de borracha presas embaixo da porta. Verifique também se a luz do reservatório de partida a frio apaga após a partida. Caso contrário é sinal de que a boia do reservatório está danificada. Outro problema crônico é a embreagem: alguns modelos, mesmo com baixa quilometragem, apresentam problemas no sistema, cujos sintomas são trepidações. Um kit de embreagem não sai por menos 900 reais (mão de obra inclusa). Evite as Idea equipadas com GNV, solução que alguns donos encontram para driblar o alto consumo do 1.4. Isso pode dar fortes indícios de que o a unidade já tenha sido utilizada como táxi. Por fim atente para a recall envolvendo as unidades fabricadas em julho de 2007 (chassi número 2058986 a 2060405) e veja se foi feita a substituição da troca da bomba da direção hidráulica. Foi anunciado que a peça defeituosa podia enrijecer a direção causando acidentes. Boa compra!

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Escrito por Fernando Garcia
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Seg, 23 de Julho de 2012 00:00 |
Quer um sedã com bom porta-malas e mecânica simples? O Prisma pode ser bom candidato
O Prisma foi lançado no final de 2006 nas versões Joy e a topo Maxx. A primeira vinha de série com desembaçador, conta-giros, aviso sonoro dos faróis ligados e rodas de aço de aro 13. A segunda agregava direção hidráulica (opcional na Joy), maçanetas externas na cor do carro, molduras nos instrumentos do painel com os ponteiros pintados, rodas de aço de aro 14 e console com porta-copos. Ambas recebiam como opcional ar-condicionado, travas e vidro elétrico nas quatro portas. O motor VHC (Very High Compression) também era o mesmo para as duas opções: 1.4 litro EconoFlex de 97 cv quando abastecido com etanol e 89 cv com gasolina. Já o seu torque máximo líquido declarado era de 12,9 kgfm com o combustível vegetal, enquanto que com o fóssil ficava em 12,4 kgfm.
Já para o início de 2009, a GM passou a equipar o sedã com o propulsor VHCE (Very High Compression Economic) 1.0 litro (78 cv e torque de 9,7 kgfm no etanol, e 77cv e 9,5 kgfm na gasolina), também disponível para as versões Joy e Maxx. A grande vantagem deste é o acelerador eletrônico que garante melhore respostas nas acelerações. Junto a esta novidade, veio também console com porta-copos e espelho de cortesia integrado a sombreira do passageiro da frente de série para a versão Joy. O brake light e sistema de travamento automático das portas quando se atinge 15 km/h de série - este último apenas para a Maxx também fazia parte da novidade da linha 2009. Na linha 2010, a novidade ficou por conta da estreia do acelerador eletrônico e de um novo coletor feito de plástico para a opção com motor 1.4. Com estas mudanças a potência subiu para 95 cv - abastecido com gasolina.
Como comprar um Prisma usado
Por ter bastante procura no mercado de usados, a grande vantagem do sedã é a baixa desvalorização. Com relação às versões e motores, aí fica a necessidade e condições financeiras de cada um, pois todas têm um bom fluxo nas lojas autorizadas e multimarcas. Só dê preferência para as unidades equipadas com direção hidráulica (de série na Maxx) e ar-condicionado, que têm mais facilidade de valorização e de revenda. Outra ressalva é desconfiar dos Prisma equipados com GNV, uma solução encontrada para driblar o alto consumo do motor 1.4 Econo.Flex. O grande problema destas unidades é de terem sido utilizadas como táxi.
Por menos de R$ 25.000,00, você acha facilmente boas ofertas no mercado como o Prisma Maxx 2007 que já vem equipado com direção hidráulica, travas e vidros elétricos, alarme, CD player e ar-condicionado. A grande vantagem do modelo é que suas peças são baratas, graças ao aproveitamento da plataforma do antigo Corsa, lançado em 1993. Por outro lado, o preço do seguro é alto: R$ 2.033 para um Joy 1.4 2007. Mas o que realmente agrada no modelo é o porta-malas cujo volume de 439 litros supera até mesmo sedãs maiores como Honda Civic (340 litros) e Toyota Corolla (437 litros). Em seu segmento, só não é maior que o do Fiat Siena, com 500 litros.
Porém nem tudo são flores e ao comprar um Prisma usado, é preciso atenção redobrada no conjunto suspensão e câmbio, dois dos componentes que recebem mais reclamações de seus donos. A transmissão traz engate complicado, principalmente à ré e, também apresentam ruídos. Por isso verifique se todas as marchas trocam sem arranhar. Já quanto à suspensão, a dica é olhar o estado de coxins e bandejas. Quanto aos ruídos internos, não deixe de verificar as dobradiças de portas e porta-malas. Dependendo do caso, uma aplicação de graxa pode resolver o problema. Outra fonte de barulhos vem do acabamento de portas e painel, devido ao excesso de plásticos, uma herança do irmão Celta. Falando em painel, cheque o marcador de combustível que podem apresentar defeitos na leitura, geralmente causados por causa do combustível de má qualidade. Atente-se para não ficar na reserva! Para solucionar o defeito, só trocando a bóia de combustível que não sai por menos de R$ 260,00 na concessionária. Discos e pastilhas também precisam ser verificados com cautela, por causa de sua menor durabilidade: aos 15.000 km, em média. Mas há casos de trocas com quilometragem menor ainda. Por fim, pesquise se o modelo em vista passou pelo recall do fecho do cinto de segurança dos bancos dianteiros que segundo a montadora pode haver dificuldade de afivelamento ou desafivelamento da lingueta da peça podendo provocar acidentes. Para mais informação, ligue na Central de Atendimento da Chevrolet 0800 702-4200 ou pelo site www.chevrolet.com.br. Boa compra!


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