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Escrito por Paulo Eduardo
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Seg, 18 de Março de 2013 10:05 |

O sistema de escapamento geralmente só é lembrado quando apresenta o incômodo ruído, característico de componentes avariados por desgaste, corrosão ou danos causados por quebra-molas elevados, valetas, etc. Bem mais do que fazer a diminuição do ruído, o escapamento ainda tem de atender aos requisitos de desempenho e rendimento do veículo, controle de emissão de poluentes, e ainda conduzir para longe da cabine os gases tóxicos resultantes do processo de combustão.
Mais do que os conhecidos “Silenciosos” o escapamento também é constituído por coletor, tubos, catalisadores, os silenciosos, e em alguns caos, Válvula EGR . Veremos a seguir o papel de cada componente.
1)Coletor:
Confeccionado em ferro fundido ou tubos de aço (carbono ou inox), Localizam-se no(s) cabeçote(s) do motor, e tem por finalidade recolher e conduzir os gases expulsos de cada cilindro. Sendo um dos responsáveis pelo desempenho do motor, deve ter uma capacidade dinâmica de escoar os gases, oferecendo o mínimo de restrição possível, ao mesmo tempo evitando a “interação” entre os cilindros.
Durante muitos anos, a indústria automotiva adotou somente o coletor em ferro fundido, e, a partir dos anos 90, em alguns modelos, tornou-se disponível o modelo tubular , antes restrito somente a veículos de alto desempenho ou de competição. Sua única exigência em termos de manutenção é inspecionar se o mesmo possui algum vazamento em sua face de contato (junta) com o cabeçote ou uniões, ou trincas ao longo de seu corpo.
2)Tubulação:
Com a função de conduzir os gases, seu diâmetro e ângulos de curvatura são determinados pela montadora visando a máxima performance e rendimento.
Deve-se inspecionar quanto a ausência de corrosão perfurante ou partes amassadas que dificultem a passagem dos gases. Verificar quanto ao estado dos suportes, aperto das abraçadeiras e coxins (borrachas) de fixação.
3)Catalisador:
Responsável pela conversão de gases tóxicos em outros compostos não nocivos, compõe-se de um revestimento cerâmico impregnado de metais nobres, como Paládio e Ródio. Por conta disso, é um item bem custoso de reposição. È um componente com vida útil bastante elevada (cerca de 100 mil Km) mas, para garantir tal expectativa de vida deve-se manter o sistema de alimentação (carburação ou injeção) regulado e ignição em perfeito estado. Deve-se prestar atenção quanto a existência da chapa defletora localizada ao seu redor, que tem por finalidade impedir a passagem de calor para outras peças (maior parte oriundo das reações químicas internas no componente). Caso necessite substituí-lo, observe se o modelo é o indicado (alguns são “bem parecidos” externamente , mas sua capacidade difere de acordo com a motorização do veículo).
4)Silenciosos:
Fazem o papel efetivo de redução do ruído. De uma maneira geral os do tipo “intermediário” possuem internamente um conjunto de placas metálicas, conhecido como “labirinto”, funcionando através da propagação e cancelamento das ondas sonoras. Os modelos chamados de ”abafador final” podem ser do tipo câmara metálica ou ainda, revestidos internamente de lâ de vidro (estes atuando por absorção sonora, bem menos restritivos ao fluxo de gases). Sua vida útil é afetada pela corrosão proveniente de vapores condensados de água isoladamente ou combinados com certos resíduos existentes em combustíveis adulterados, deteriorando o componente (danificando as placas internas).
Os abafadores finais são repostos com mais frequência devido a estarem localizados a uma certa distância onde já ocorre uma grande perda de calor dos gases para o meio externo, favorecendo a condensação do vapor de água.
5) Válvula EGR:
Funciona de maneira a permitir uma pequena recirculação dos gases de escape para a admissão. Tem como principal função a redução de emissão de óxidos de nitrogênio, pois uma “realimentação” de uma pequena quantidade deles no sistema de admissão é capaz de manter controlada a temperatura de queima da mistura, até um determinado valor limite, onde abaixo deste, a produção desse poluente é bem menos pronunciada. Não é um componente que necessita de uma intervenção constante, mas o seu correto funcionamento deve ser conferido nas revisões periódicas, quando recomendado pela montadora.
Lembre-se que, por ocasião das inspeções ambientais obrigatórias, não só o catalisador é o responsável pela reprovação do veículo. Dependendo da situação, um escapamento com vazamentos provocados por corrosão ou danos, pode ser um dos responsáveis pela reprovação do veículo, especialmente no parâmetro “diluição CO + CO2” e na “emissão de ruído”, obviamente. Também é visualmente avaliado seu estado, em uma primeira etapa, antes das medições feitas pelo equipamento próprio. ADAPTAÇÕES, Como Fazer?
Caso seu veículo seja antigo, fora- de-série, difícil reposição ou mesmo você queira uma “personalização ” cuide para que não sejam utilizados componentes que tenham diâmetro menor que o original, evite ao máximo curvas muito acentuadas, dobras ou soldas mal executadas . E prefira a soldagem por equipamento “MIG” que possui melhor qualidade e acabamento.
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Escrito por Paula Skoretzky - Assessora de Imprensa
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Qui, 24 de Janeiro de 2013 08:10 |

A partir de 2010 a Sabó, atendendo às necessidades de melhoria contínua e os padrões de qualidade Fiat, desenvolveu uma nova tecnologia em vedação no flange traseiro dos motores Fire 1.0 e 1.3 - 8V substituindo a borracha normalmente utilizada pelo material de última geração PTFE (plástico de engenharia). Atualmente, este mesmo flange original é o disponibilizado aos motores anteriores a 2010.
Com base nos telefonemas recebidos pelo departamento técnico na Centra de Relacionamento Sabó, foi detectada uma dúvida comum dos reparadores na aplicação desse flange, o 05245 MJEF, e foi percebido que em grande parte dos processos de garantia analisados pelo Departamento de Engenharia, o vazamento relatado não ocorria no flange e Sim na vedação entre o Cárter e o Flange.
Para dirimir quaisquer dúvidas, esclarecendo a aplicação, foi elaborado um passo a passo para ajudar os reparadores a entender a correta instalação do componente. Segue abaixo:
1 - Verificar se o virabrequim tem batidas e riscos;
2 - Verificar se o diâmetro e rugosidade estão dentro dos padrões originais;
3 - Lubrificar o virabrequim com óleo do motor;
4 - Retirar o flange da embalagem SEM remover a LUVA DE MONTAGEM (plástico branco protetor do lábio);
5 - Montar o flange centralizando a luva de montagem no virabrequim;
6 - Empurrar o flange rapidamente contra o virabrequim;
7 - Apertar os 4 parafusos do bloco com 1,2 Kgfm;
8 - IMPORTANTE - Retornar ¼ de volta os 4 parafusos do bloco;
9 - Montar os prisioneiros e torquear com 1,0 Kgfm;
10 - Montar o cárter com junta líquida especificada pela Fiat e torquear com 1,2 Kgfm;
11 - Apertar os 4 parafusos do bloco com 1,2 Kgfm.
A partir de novembro de 2012 a Sabó, pensando em facilitar o trabalho do aplicador, passou a embalar o flange 05245 MJEF com os 4 parafusos necessários para a fixação do bloco juntamente com os 2 prisioneiros para fixação do cárter.
Importante: O sucesso da aplicação desse flange depende da correta realização do passo a passo acima, da cola líquida e do cárter em perfeito estado de conservação. Para maiores esclarecimentos, estamos à disposição na Central de Relacionamento Sabó, através do 0800 77 12 155. |
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Escrito por Fernando Garcia
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Sáb, 28 de Julho de 2012 00:00 |
Cuidados básicos para manter as palhetas do para-brisa em ordem podem “salvar a sua vida”
As palhetas do limpador do para-brisa são um importante aliado do motorista quando se trafega em dias chuvosos e, para isso, a sua manutenção é de vital importância como todos sabem. O que muita gente não tem conhecimento é da sua troca que deve ser feita a cada um ano, conforme os fabricantes do acessório recomendam, ou nas seguintes condições: formação de faixas e riscos, ruído ou trepidação, formação de névoa ou falhas na limpeza no para-brisa; lâmina de borracha quebradiça, torta ou rasgada das palhetas.
Deixadas de lado, o motorista só se lembra da existência das palhetas quando é preciso usá-las. Imagine você e sua família em uma estrada com os limpadores em mau estado. A visibilidade fica completamente nula. Por isso, é preciso alguns cuidados básicos para não correr este risco.
O primeiro passo é limpar o para-brisa. Neste caso, utilize apenas uma solução de água com um pouco de álcool e aplicá-la com um pano limpo – de preferência que não solte fiapos - no vidro. Produtos químicos como detergentes, querosenes ou quaisquer tipos de sabão jamais devem ser utilizados, pois podem danificar a peça, comprometendo o seu correto funcionamento, além de reduzir pela metade a sua vida útil. Para o reservatório, o recomendado é abastecê-lo com uma solução de água com aditivo específico para a limpeza de para-brisas, o qual pode ser encontrado em lojas especializadas e hipermercados. Estes produtos contribuem para a diminuição do atrito entre a borracha e o vidro e não agride a borracha dos limpadores.
No caso da sua substituição, o procedimento é simples e não requer experiência. Basta pressionar a presilha existente no centro da haste do limpador e encaixar a peça nova. Vale lembrar que na própria embalagem do produto há informações bem claras de como realizar a troca das palhetas.
Hoje, no mercado, há vários tipos de palhetas de limpadores com preços que variam entre 40 e 75 reais, dependendo do modelo do carro. Só evite comprar em semáforos, devido à qualidade duvidosa, pois nem sempre estas peças possuem a mesma eficiência de uma marca mais conhecida, por exemplo.
Seguindo estas dicas básicas, você certamente trafegará em segurança e com a tranqüilidade de poder ir e vir sem preocupações. Boa viagem!



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Escrito por Fernando Garcia
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Sex, 27 de Julho de 2012 00:00 |
Cuidados com a lavagem do carro pode melhorar a aparência e evitar riscos e manchas
Um carro com a aparência bem cuidada não só aparenta o brilho original, mas também pode evitar uma série de aborrecimentos no futuro. Apesar de parecer relativamente simples, lavar o carro exige muita dedicação, cuidado e, principalmente, paciência. Muitos preferem levar o carro em lava-rápidos de postos de gasolina onde passam por aqueles roletes automáticos e é aí que começa o perigo. As cerdas dos roletes podem esconder muita sujeira de outros carros que já passaram por ele e com isso um risco poderá ser quase certo. Dê preferência para lojas especializadas em lavagem de automóveis, nem que o preço custe mais que o dobro de um lava-rápido comum, pois o barato pode sair caro.
Agora se você é daqueles que gosta de meter a mão na massa, ou melhor, no sabão conheça algumas dicas que poderá ajudá-lo a economizar tempo e dinheiro.
Para começar, jamais lave o carro sob o sol ou ainda com a lataria quente. O sabão e mesmo a água expostos ao sol podem provocar manchas e danificar a camada de verniz da pintura. Falando no xampu, dê preferência aos próprios para lavagem automotiva ou na falta deste, sabão neutro que é livre de ingredientes abrasivos. Por isso devem-se evitar os detergentes domésticos e nunca utilize sabão em pó, mesmo em rodas foscas ou para-choques sem pintura, pois as chances de manchá-los serão grandes. O ideal é utilizar xampu com cera líquida que além de evitar a remoção da cera já existente na pintura, retarda o próximo polimento.
Para uma lavagem correta, o ideal é utilizar três baldes com xampu sendo um para teto, capô e tampa do porta-malas; outro nas laterais e, por último, só rodas e para-choques, sempre ensaboando de leve e seguindo esta ordem. Desta forma evita-se que toda a sujeira contida no pano fique no xampu a ser usado em posteriores lavagens. E lembre-se de para cada uma destas três etapas, sempre enxaguar. Se for utilizar querosene para retirar as marcas de piche de asfalto, dilua-o com bastante água e esfregue com uma esponja até sair, sempre enxaguando para não manchar a pintura. Em lojas especializadas, há os famosos tira-piche que também são bastante utilizados para este fim. Só lembre-se de ler as instruções no rótulo antes de aplicá-lo.
No caso específico de rodas e pneus, duas escovas - sendo uma com cerdas macias para as rodas e outra com cerdas mais duras para os pneus - podem ajudá-lo a retirar as sujeiras mais resistentes.
Na secagem do veículo, opte pelos panos ou flanelas que não soltem fiapos como os de microfibra ou ainda toalhas de camurça sintética, vendidas em lojas especializadas. Não pode sentir na mão a sensação de pano seco, como se estivesse arranhando a lataria. O ideal é seguir a mesma ordem da lavagem. Evite utilizar os famosos “pretinhos” à base de álcool em sua fórmula, pois com o tempo pode ressecar a borracha. Para deixá-lo como o novo o bom e velho silicone puro dá conta do recado.
Parte interna do carro
Para limpá-lo por dentro, retire os tapetes e lave-os depois com água e sabão. Bancos devem ser aspirados com freqüência para manter o aspecto limpo e original, além de desacelerar o desgaste do tecido. No caso dos bancos em couro uma passada de pano seco e macio semanalmente, já resolve. Em assentos deste tipo de material na cor clara, será preciso uma limpeza mais profunda. Para isso, um pano úmido e sabão neutro líquido removerão a sujeira contida. Após a aplicação, remova o excesso com um pano seco. Para remover manchas de doces ou chicletes, utilize gelo.
Já em painel ou revestimento de portas, jamais aplique álcool. Na hora pode ser um bom removedor de sujeiras, porém com o tempo aparecem manchas esbranquiçadas, sobretudo em painéis mais escuros como o preto e cinza grafite. Por isso, a melhor solução é o clássico e bom pano úmido e um pincel para as áreas de difícil acesso com as saídas de ar e cantos.
Motor
Jamais lave o motor, salve casos específicos como o uso frequente em trechos de terra ou lama. Neste, caso, consulte uma concessionária autorizada ou se ela não fizer realizar o serviço, peça a mesma uma recomendação de alguém que faça. Lojas conscientes e capacitadas neste tipo de trabalho nunca utilizarão produtos químicos e derivados de petróleo que podem corroer as peças de borracha do motor e também afetar o sistema elétrico.


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Escrito por Leandro Eiró
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Qui, 26 de Julho de 2012 00:00 |

O câmbio automático oferece maior conforto ao motorista uma vez que realiza sozinho as trocas de marchas. É uma opção que tem um custo maior, mas compensa em relação à fadiga causada por dirigir, principalmente no congestionamento das grandes metrópoles.
Neste sentido, cada vez mais os câmbios automáticos deixam de ser um artigo de luxo e vem equipando carros mais acessíveis, ganhando a preferência de mais consumidores. O grande receio é o mesmo de outrora: o custo de manutenção de uma caixa automática que é caro. Porém, uma vez respeitadas as condições corretas de uso e manutenção, o câmbio automático terá uma longa vida útil. Ao contrário do que muita gente pensa, as caixas automáticas são muito confiáveis e feitas para durarem até 200 mil Km.
Na manutenção preventiva recomendada pelos fabricantes - que consta nos livretos de manual de manutenção dos automóveis - a substituição do fluido da transmissão automática no prazo estipulado resolve em pelo menos 80% de chances de uma pane no sistema. Vale lembrar que, além da troca de óleo, é importante também substituir o filtro. Isso porque o filtro do óleo antigo retém todas as partículas contaminantes que, com o tempo de uso, dificultam a passagem do óleo, podendo causar falhas na filtragem e lubrificação. A situação só tende a piorar quando ocorre o bloqueio total do filtro de óleo, o que pode causar sérios danos ao motor. O conserto de um câmbio automático pode custar de R$ 2,5 mil a R$ 9 mil, segundo especialistas em transmissão automática. Por isso, o recomendado é que se faça a troca do óleo e filtro a cada 40 mil ou 50 mil km, ou até mais, dependendo do fabricante.
Os câmbios automáticos se diferenciam e hoje contam com mais de um sistema de troca como o sequencial, por exemplo, ou ainda no modo como esportivo, mas todos - de um modo geral - necessitam de um único tipo de uso. Por isso, o importante é observar detalhes como fazer as trocas com o pé no freio e não tirar a alavanca da opção "D" quando estiver com o carro em movimento. Notando um vazamento no chão avermelhado ou amarelado no lugar em que o carro costuma ficar parado pode significar vazamento, procure uma mecânica especializada imediatamente.
A perda progressiva de fluido é percebida diretamente no comportamento do câmbio, cujos sintomas são trancos, patinação, troca de marchas involuntárias, dificuldade em subir ladeiras e ruídos, alterando seu comportamento drasticamente à medida que a transmissão esquenta.
Caso notar algumas destas anomalias, não hesite. É melhor prevenir do que gastar muito dinheiro mais tarde. Com estes cuidados básicos, você terá uma transmissão automática com vida útil maior poupando o seu bolso suficiente para apreciar sua nova aquisição.
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