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Mercado Automotivo

Indústria automobilística: olhar para o governo ou mercado? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Evaldo Costa   
Ter, 30 de Abril de 2013 11:33

Naturalmente, do ponto de vista das teorias de marketing a “regra do jogo” é manter os olhos abertos para as oportunidades de mercado. Neste sentido, nos ensina o guru Philip Kotler: “marketing é um processo social e gerencial através do qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam por meio da criação e troca de produtos e valores com outras pessoas”.

No entanto, alguns fatores recomendam atenção especial ao título deste texto. O primeiro deles é a necessidade de controlar a poluição provocada pelo motor de combustão interna - MCI. Governos de todas as partes terão, inevitavelmente, que adotar medidas duras, e com enorme potencial para afetar a espinha dorsal da indústria automobilística global, alavancada pelos poluidores veículos movidos a combustível fóssil.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a Environmental Protection Agency – EPA, tem normas rigorosas para controlar as emissões dos veículos de passageiros e caminhões, que inclui informação ao consumidor, certificação de veículos, economia de combustível e, sobretudo, a redução da poluição provocada pelo MCI.

Como se não bastasse, as doenças causadas pela poluição do ar estão crescendo enormemente especialmente nas metrópoles, e os custos que o estado está tendo que arcar devido a esse problema, também. Pesquisa divulgada recentemente pela Organização Mundial de Saúde (OMS), revela que a poluição do ar provocou 3,2 milhões de mortes de pessoas no mundo em 2010. Foi um salto de 300% em relação ao ano 2000, quando os óbitos foram de 800 mil. Considere ainda, que há uma meta internacional para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 80 por cento até 2050.

Na Europa e na China os problemas são análogos e os esforços para saná-los seguem na mesma direção das políticas adotadas nos Estados Unidos. Além disso, há o problema dos congestionamentos que estão causando grande transtorno a população dos grandes centros urbanos do mundo. Aliás, o Produto Interno Bruto (PIB) global poderia contar com algum reforço, não fosse as longas horas improdutivas que o trabalhador, refém do caótico trânsito nas grandes cidades, contabiliza diariamente.

Um outro fator que poderá impactar diretamente a indústria automobilística é o fortalecimento do estado e prefeitura, comum ao primeiro mundo, mas em fase de expansão nos países em desenvolvimento. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Califórnia tem regras próprias e muito mais rigorosas, no que diz respeito a gestão da frota de veículos, do que os demais 49 estados norte-americanos.

É sabido que pela capacidade de gerar emprego e riqueza, a indústria automobilística sempre consegui apoio e concessões dos governos federais. Porém, do que adianta, por exemplo, receber incentivo para pagar menos imposto na produção, se os estados e municípios criarem regras que limitem ou onerem excessivamente a circulação dos carros em sua jurisdição?

Também, é preciso considerar que a China, maior mercado de autoveículos do mundo, adota sistema de governo semiaberto, exigindo novas formas de modelagem organizacional, onde as empresas multinacionais precisam aliar-se a parceiros chineses para explorar o mercado interno. E neste contexto, os chineses costumam dizer que ao fazer negócio na República Popular, deve-se "Olhar para o prefeito, não o mercado.”

A China tem problemas sérios com poluição atmosférica e o governo não tem muito tempo para agir, se quiser manter a população respirando. Neste sentido, além de leis restritivas, já foi dado os primeiros passos de apoio a mobilidade sustentável, com foco nos carros elétricos.

Ninguém duvida que a indústria automobilística é forte e organizada o suficiente para interpretar e se antecipar as tendências do setor. No entanto, terão que estar preparadas para:

1 - Superar novas e desafiadoras regras de governos para redução de gases poluentes;

2 – Investir em tecnologia limpa e carros econômicos;

3 – Lidar com estagnação ou redução de demanda - as vendas de autoveículos cresceram enormemente nas últimas décadas a ponto de alcançar quase 80 milhões de unidades em 2012. Havendo retração do mercado, haverá espaço para todos os fabricantes?

4 – Crescer com margem de lucro menores - o crescimento do volume tem sido graças ao mercado asiático, especialmente, a China onde as margens são divididas com sócios locais. Haverá rentabilidade suficiente para todos?

 

Finalmente, a indústria automobilística sabe muito bem que além dos inúmeros instrumentos de controle, os governos com as suas enormes frotas de veículos automotores, são clientes que não se pode prescindir. Portanto, tentar adiar ao máximo as ações que se alinham às tendência da mobilidade sustentável pode até ser possível, mas resisti-la não é inteligente, concebível, razoável e recomendável.

*Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil

Fonte: verdesobrerodas.com.br

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Preço do C4 Pallas é reduzido em quase R$ 10.000 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Larissa Nogueira   
Seg, 29 de Abril de 2013 13:13

O sedã Citroën C4 Pallas recebeu um desconto de cerca de R$ 10.000 da montadora, e com isso, passa a custar R$ 49.990. Apesar de o anúncio oficial ter sido feito na imprensa e no site da Citroën, várias concessionárias do Rio de Janeiro e de São Paulo não repassaram esse novo valor final aos clientes.

O modelo vem equipado com motor 2.0 16V Flex de 151 cv ,acoplado a um câmbio manual de cinco velocidades e conta também com volantes com comandos fixos, freios com sistema ABS,air bag duplo, ar-condicionado digital de duas zonas ,dentre outros itens de série. Apesar de algumas concessionárias já oferecerem o modelo pelo novo preço de tabela, outras cobram até R$ 53.390.

A Citroën do Brasil afirma que discorda da política das concessionárias de não repassarem o desconto do C4 Pallas integralmente aos clientes e disse que o desconto de R$ 10.000 está em vigor em toda a rede de concessionárias.

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3º Rallye 1000 Milhas é confirmado oficialmente PDF Imprimir E-mail
Escrito por Fernando A. De Gennaro   
Qui, 25 de Abril de 2013 11:17
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Este ano a 3ª edição do Rallye Internacional 1000 Milhas Históricas Brasileiras, que faz parte do calendário mundial da Federação Internacional de Veículos Antigos (FIVA) já tem data marcada, a prova será realizada entre 19 e 23 de junho e deverá ter a participação de mais de 50 carros clássicos, fabricados entre 1919 e 1980, de diversos estados brasileiros e do exterior. O local de largada e chegada será o Shopping Iguatemi, em São Paulo (SP).

O percurso do rally inclui passar por cidades do interior de São Paulo, e algumas cidades também de Minas Gerais. Regida pelas regras da FIA-Historic e homologado pela FIVA, a prova será no formato de rallye de regularidade, com médias controladas entre 50 e 80 km/h, percorrendo estradas vicinais, serras, montanhas, indo do nível do mar a quase dois mil metros de altitude, com mais de 3.000 curvas, inclusive com uma prova noturna subindo e descendo serras desafiadoras de Campos do Jordão.

Muitos automóveis especiais estão na expectativa de participarem do rally, entre eles: Rolls-Royce, Triumph, Jaguar, MG, Mercedes-Benz, BMW, Porsche, Ferrari, Lancia, Alfa-Romeo, Mustang, Thunderbird, Alpine, Volvo e nacionais como Puma, VW e Karmann-Ghia, entre outros, com o mínimo de 90% de originalidade e com passaporte FIVA. Outra novidade é a possibilidade de Nelson Piquet, Roberto Pupo Moreno e Wilson Fittipaldi voltem a participar, além de aguardar a confirmação de Emerson Fittipaldi e de grandes empresários e profissionais liberais colecionadores de carros antigos, e de duplas da Alemanha, Portugal, Argentina e Uruguai.

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Resultados financeiros da Ford no primeiro trimestre 2013 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Raul Machado Carvalho   
Qua, 24 de Abril de 2013 14:43

A Ford Motor Company acaba de divulgar o balanço financeiro do primeiro trimestre de 2013, antes de impostos, que alcançou um lucro de 2,1 bilhões de dólares, resultado impulsionado, principalmente, por recordes de vendas na América do Norte e pelo forte desempenho da Ford Credit.

O resultado significa 41 centavos por ação, menor que há um ano, por problemas mais que explicados relativos à queda nas vendas nos mercados da Europa e América do Sul. A Ford informa, ainda, que o lucro líquido do primeiro trimestre de 1,6 bilhão de dólares foi 215 milhões de dólares maior do que o apurado, no mesmo período, em 2012.

Trata-se do 12º trimestre consecutivo de fluxo positivo da operação automotiva com 700 milhões de dólares no primeiro trimestre, com forte liquidez de 34,5 bilhões de dólares, inalterado desde o final do ano passado. Os dividendos pagos no trimestre totalizaram cerca de U$ 400 milhões.

Durante o anúncio, Alan Mulally, presidente e CEO da Ford, avaliou que os bons resultados do primeiro trimestre dão mais uma prova de que o plano One Ford continua trilhando um bom caminho. “Nosso plano permanece centrado em servir os clientes em todos os mercados ao redor do mundo com uma família completa de veículos – de pequeno, médio e grande porte, utilitários e caminhões, cada um com a melhor qualidade, eficiência em relação ao consumo de combustível, segurança, design inteligente e valor”,concluiu o executivo.

Fonte: www.fordparatodos.com.br

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A Cadillac foi a marca que mais cresceu em Março nos Estados Unidos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Evaldo Costa   
Qua, 24 de Abril de 2013 10:39
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Março foi um ótimo mês para a indústria automobilística dos Estados Unidos. Foram vendidos 1.452.655 automóveis e comerciais leves, representando crescimento de 3,4% sobre o mês anterior. No primeiro trimestre de 2013, foram vendidos 3.687.940 unidades, significando crescimento de 6,4% sobre mesmo período do ano anterior.

A maioria das montadoras contabilizaram crescimento de vendas em Março de 2013. O ranking das marcas que mais cresceram no mês, foi liderada pela Cadillac, com 49,5% de crescimento sobre o mês anterior e 37,9% de crescimento no primeiro trimestre de 2013, sobre o mesmo período do ano anterior. Veja o quadro (01) abaixo com as dez marcas que mais cresceram:

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Já o ranking das marcas com volumes de vendas acima de 100 mil unidades de automóveis e comerciais leves, vendidas em Março de 2013, aponta a Ford na liderança com 228.818 unidades, e crescimento de 6,9% sobre o mês anterior. Em segundo aparece a Toyota com 175.720 unidades. Ver quadro (02) abaixo com demais marcas.

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Analisando as vendas por grupo, a líder de vendas, foi a General Motors com 245.950 unidades (crescimento de 6,4% sobre mês anterior), seguida pela Ford com 235.643 unidades (5,7% de crescimento sobre mês anterior). Veja o quadro abaixo (03) com os demais grupos empresariais.

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As marcas americanas tiveram desempenho modesto, com a General Motors liderando o crescimento. As vendas da Chevrolet mantiveram-se estáveis, já a Cadillac e Buick tiveram boa performance, graças ao sucesso do recém-lançado Cadillac ATS e modernização do Buick Enclave. Na verdade, os crossovers Enclave, Traverse e Acadia, tiveram ótimas vendas no mês.

A montadora com pior desempenho foi a Mitsubishi, com apenas 5.286 veículos vendidos, em março de 2013. A montadora japonesa está apostando em novos lançamentos, como a do subcompacto Mirage, para recuperar o terreno perdido no mercado dos Estados Unidos.

Fonte: Autotribute

*Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil

Fonte: verdesobrerodas.com.br

 
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