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Escrito por Raul Machado Carvalho
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Qui, 02 de Maio de 2013 11:36 |

A Lincoln Motors Co., acaba de anunciar que seu modelo sedan MKZ vendeu mais no último mês de abril que a somatória dos três primeiros meses do ano. Jim Farley, presidente da empresa do grupo Ford, disse que a marca de luxo da companhia vendeu cerca de 4.000 unidades, em abril, contra 3.758 veículos no primeiro trimestre de 2013.
Trata-se de um recorde nas vendas que indica uma boa dose de recuperação da empresa depois de problemas de mercado como longos atrasos de produção e na estratégia de distribuição do carro para as concessionárias da marca.
Abril foi o melhor mês da marca em toda a história do MKZ, lançado em 2007, substituindo o sedan Zephyr. “Embora encorajados com esse resultado, reconhecemos que há muito ainda mais a ser feito”, disse Farley em uma teleconferência com jornalistas na última terça-feira.
O Lincoln MKZ 2013 teve um lançamento notoriamente difícil, com algumas concessionárias se queixando de que os clientes esperavam meses para receber seus carros, solicitados com bastante antecedência.
Além disso, a Ford gastou milhões de dólares anunciando o MKZ durante o Super Bowl e Grammy Awards, em fevereiro, embora o carro não estivesse disponível para o público. As concessionárias estavam esperando as primeiras unidades para outubro do ano passado e foi difícil aplacar o descontentamento dos clientes que queriam saber onde estava o seu carro.
“A empresa já colocou mais de 11 mil MKZs nos concessionários da marca, embora muitos estejam, atualmente, em trânsito”, disse Farley. O executivo informou, também, que as vendas no varejo, só no mercado de Los Angeles, mais do que quadruplicou em abril. Além disso, em âmbito nacional, as vendas do MKZ híbrido superaram as expectativas internas, vendendo duas vezes mais rápido que o modelo movido a gasolina, completou Farley.
Fonte: www.fordparatodos.com.br
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Escrito por Raul Machado Carvalho
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Qui, 02 de Maio de 2013 09:43 |
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Aproveitando os bons ventos de democracia em Mianmar, país do sudeste asiático, antiga Birmânia, com uma economia em crescimento, alicerçada no petróleo, gás natural e pedras preciosas, além de ser um dos maiores produtores mundiais de arroz e papoula, a Ford acaba de anunciar que começa a oferecer seus produtos globais no primeiro showroom de serviço completo em Yangon, maior cidade do país, com o parceiro revendedor exclusivo, Capital Automotive Ltd., uma subsidiária do conglomerado Capital Diamante Star Group, líder em Mianmar.
Até o final do ano, a Ford planeja oferecer ao mercado de Myanmar um showroom com seus carros globais e caminhões, importados das suas instalações industriais na Tailândia e América do Norte. Favorecida pelo histórico acordo com a Capital Automotive, a Ford será a primeira fabricante global a oferecer um completo atendimento aos clientes automotivos em Mianmar.
A instalação da primeira concessionária Ford está em fase de conclusão em Yangon - centro comercial e cidade mais populosa do país, onde vai oferecer um atendimento integrado de serviços e peças de reposição. Tanto o desenho como as operações da unidade estão totalmente alinhadas aos padrões mundiais da Ford.
A entrada da Ford em Mianmar reforça sua estratégia de crescimento global para a região da ASEAN, que representa uma população de 600 milhões de habitantes. Segundo a empresa, trata-se do último passo na agressiva expansão da Ford na região Ásia-Pacífico, com a vantagem da localização estratégica de Mianmar no cenário asiático, o que facilita uma eficiente logística de abastecimento desse novo mercado.
A linha de picapes F-Series e a nova Ford Ranger serão os primeiros modelos que chegarão a Mianmar. Com a oferta de veículos de classe mundial, a Ford também esta investindo na mão de obra local com a presença de técnicos especializados da empresa para ajudar, com recursos tecnológicos, no treinamento de todo o pessoal de vendas, atendimento e de serviço. Assim, a empresa pretende, desde já, moldar o futuro do mercado automotivo de Mianmar.
Mianmar – um grande desafio para a Ford
Um dos países menos conhecidos do mundo, com mais de 55 milhões de habitantes, entre Bangladesh, Índia, China e Laos, com uma dinastia militar no governo, desde 1988, só agora tomou o ritmo democrático com recentes eleições presidenciais.
Cerca de 90% da população, dividida em 135 grupos étnicos, pratica o budismo. Mianmar fica próxima ao Everest, grande destino turístico mundial.
Atualmente, a pressa dos militares em democratizar o país é para tirar o atraso de infra-estrutura em Mianmar escolhida para presidir a Asean (Associação das Nações do Sudeste Asiático), em 2014, uma vitória diplomática importante para um país que até o ano passado era tratado como “pária” internacional.
Agora, com a participação de diversas empresas multinacionais, como a China Mobile e Vodafone, as duas maiores operadoras de celular do mundo e a Ford, o mercado local tem grandes perspectivas de modernização e crescimento.
Fonte: www.fordparatodos.com.br

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Escrito por Evaldo Costa
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Ter, 30 de Abril de 2013 11:33 |
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Naturalmente, do ponto de vista das teorias de marketing a “regra do jogo” é manter os olhos abertos para as oportunidades de mercado. Neste sentido, nos ensina o guru Philip Kotler: “marketing é um processo social e gerencial através do qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam por meio da criação e troca de produtos e valores com outras pessoas”.
No entanto, alguns fatores recomendam atenção especial ao título deste texto. O primeiro deles é a necessidade de controlar a poluição provocada pelo motor de combustão interna - MCI. Governos de todas as partes terão, inevitavelmente, que adotar medidas duras, e com enorme potencial para afetar a espinha dorsal da indústria automobilística global, alavancada pelos poluidores veículos movidos a combustível fóssil.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a Environmental Protection Agency – EPA, tem normas rigorosas para controlar as emissões dos veículos de passageiros e caminhões, que inclui informação ao consumidor, certificação de veículos, economia de combustível e, sobretudo, a redução da poluição provocada pelo MCI.
Como se não bastasse, as doenças causadas pela poluição do ar estão crescendo enormemente especialmente nas metrópoles, e os custos que o estado está tendo que arcar devido a esse problema, também. Pesquisa divulgada recentemente pela Organização Mundial de Saúde (OMS), revela que a poluição do ar provocou 3,2 milhões de mortes de pessoas no mundo em 2010. Foi um salto de 300% em relação ao ano 2000, quando os óbitos foram de 800 mil. Considere ainda, que há uma meta internacional para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 80 por cento até 2050.
Na Europa e na China os problemas são análogos e os esforços para saná-los seguem na mesma direção das políticas adotadas nos Estados Unidos. Além disso, há o problema dos congestionamentos que estão causando grande transtorno a população dos grandes centros urbanos do mundo. Aliás, o Produto Interno Bruto (PIB) global poderia contar com algum reforço, não fosse as longas horas improdutivas que o trabalhador, refém do caótico trânsito nas grandes cidades, contabiliza diariamente.
Um outro fator que poderá impactar diretamente a indústria automobilística é o fortalecimento do estado e prefeitura, comum ao primeiro mundo, mas em fase de expansão nos países em desenvolvimento. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Califórnia tem regras próprias e muito mais rigorosas, no que diz respeito a gestão da frota de veículos, do que os demais 49 estados norte-americanos.
É sabido que pela capacidade de gerar emprego e riqueza, a indústria automobilística sempre consegui apoio e concessões dos governos federais. Porém, do que adianta, por exemplo, receber incentivo para pagar menos imposto na produção, se os estados e municípios criarem regras que limitem ou onerem excessivamente a circulação dos carros em sua jurisdição?
Também, é preciso considerar que a China, maior mercado de autoveículos do mundo, adota sistema de governo semiaberto, exigindo novas formas de modelagem organizacional, onde as empresas multinacionais precisam aliar-se a parceiros chineses para explorar o mercado interno. E neste contexto, os chineses costumam dizer que ao fazer negócio na República Popular, deve-se "Olhar para o prefeito, não o mercado.”
A China tem problemas sérios com poluição atmosférica e o governo não tem muito tempo para agir, se quiser manter a população respirando. Neste sentido, além de leis restritivas, já foi dado os primeiros passos de apoio a mobilidade sustentável, com foco nos carros elétricos.
Ninguém duvida que a indústria automobilística é forte e organizada o suficiente para interpretar e se antecipar as tendências do setor. No entanto, terão que estar preparadas para:
1 - Superar novas e desafiadoras regras de governos para redução de gases poluentes;
2 – Investir em tecnologia limpa e carros econômicos;
3 – Lidar com estagnação ou redução de demanda - as vendas de autoveículos cresceram enormemente nas últimas décadas a ponto de alcançar quase 80 milhões de unidades em 2012. Havendo retração do mercado, haverá espaço para todos os fabricantes?
4 – Crescer com margem de lucro menores - o crescimento do volume tem sido graças ao mercado asiático, especialmente, a China onde as margens são divididas com sócios locais. Haverá rentabilidade suficiente para todos?
Finalmente, a indústria automobilística sabe muito bem que além dos inúmeros instrumentos de controle, os governos com as suas enormes frotas de veículos automotores, são clientes que não se pode prescindir. Portanto, tentar adiar ao máximo as ações que se alinham às tendência da mobilidade sustentável pode até ser possível, mas resisti-la não é inteligente, concebível, razoável e recomendável.
*Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
Fonte: verdesobrerodas.com.br

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Escrito por Larissa Nogueira
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Seg, 29 de Abril de 2013 13:13 |
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O sedã Citroën C4 Pallas recebeu um desconto de cerca de R$ 10.000 da montadora, e com isso, passa a custar R$ 49.990. Apesar de o anúncio oficial ter sido feito na imprensa e no site da Citroën, várias concessionárias do Rio de Janeiro e de São Paulo não repassaram esse novo valor final aos clientes.
O modelo vem equipado com motor 2.0 16V Flex de 151 cv ,acoplado a um câmbio manual de cinco velocidades e conta também com volantes com comandos fixos, freios com sistema ABS,air bag duplo, ar-condicionado digital de duas zonas ,dentre outros itens de série. Apesar de algumas concessionárias já oferecerem o modelo pelo novo preço de tabela, outras cobram até R$ 53.390.
A Citroën do Brasil afirma que discorda da política das concessionárias de não repassarem o desconto do C4 Pallas integralmente aos clientes e disse que o desconto de R$ 10.000 está em vigor em toda a rede de concessionárias.

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