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Jeep promove recall dos modelos Commander e Grand Cherokee PDF Imprimir E-mail
Escrito por Larissa Nogueira   
Ter, 21 de Maio de 2013 11:06

A Chrysler (proprietária da Jeep) anunciou no último final de semana um recall mundial envolvendo os modelos Comander (fabricados entre 2006 e 2010) e Grand Cherokee (produzidos entre 2005 e 2010).

O motivo desse chamado é uma falha no software que faz a transmissão automática, e com isso, há o risco de que o carro mude a marcha para o modo neutro sem que o motorista tenha feito essa opção.

 O total de modelos convocados é de 469.072 unidades desses modelos, sendo 295 mil nos EUA, 28.500 no Canadá, 4.200 no México e 191 fora da América do Norte. A nota divulgada pelo grupo Chrysler não cita quais são os outros países estão envolvidos. A assessoria da Chrysler no Brasil está apurando se esse recall irá afetar o nosso país e se confirmado, irá informar a imprensa e aos clientes.

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Brasil produz carros mortais é o relato de dezenas de publicações PDF Imprimir E-mail
Escrito por Raul Machado Carvalho   
Ter, 21 de Maio de 2013 10:49

Seria um complô internacional ?

A notícia cheira a campanha internacional e fala dos perigosos carros produzidos no Brasil, com títulos que variam de tragédia, notas fraquíssimas em crash tests, de 4 entre 5 carros brasileiros são um perigo para a vida etc. Tudo com ilustrações de fotos de acidentes, capotadas, linhas de montagem e depoimentos de muitos brasileiros.

O texto é, praticamente, igual em dezenas de publicações como o Detroit News, Yahoo News e Yahoo Finance, Boston Herald, The Seattle Times, The Philadelphia Inquerer, General Holdind Co.-Economy, Timaru Herald e Stuff Motoring, ambos da Nova Zelândia, The Guardian (Inglaterra), Idaho Statesman, The Canadian Press, CNBC-First in Business worldwide, NBC40.net etc. Jornais, blogs, sites e redes sociais.

Todas as publicações começam contando que os carros brasileiros, com produção de cerca de 10.000 unidades por dia, chegam às mãos ansiosas da nova classe média emergente, com graves problemas de segurança. Trata-se do quarto maior mercado de automóveis do mundo. Mas, quando esses veículos chegam às ruas, se configura uma verdadeira tragédia nacional com uma enorme quantidade de acidentes fatais.

E a análise, de quem produziu o texto, é que os culpados são os próprios carros, produzidos com soldas mais fracas, economia de energia elétrica, poucos itens de segurança e materiais de qualidade inferior, em comparação com modelos similares fabricados nos Estados Unidos e Europa. Além disso, segundo os autores da campanha, quatro dos cinco carros mais vendidos no Brasil não conseguiram passar nos seus testes de colisão promovidos por entidades independentes.

Segundo o texto divulgado, os carros brasileiros são inseguros, e com a colaboração dos motoristas resultam em uma taxa de mortalidade em acidentes de automóveis, quase quatro vezes superior do que é registrado nos Estados Unidos, de acordo com uma análise da Associeate Press sobre dados do Ministério da Saúde de mortes em comparação com o tamanho da frota de automóveis de cada país.

A questão é que Brasil e Estados Unidos se movem em direções opostas em relação às taxas de sobrevivência: os Estados Unidos gravaram 40% menos mortes por acidentes de carro, em 2010, em comparação com a década anterior enquanto no Brasil o número de mortos subiu 72%, de acordo com os últimos dados disponíveis.

Dr. Dirceu Alves, da Abramet, Associação Brasileira de médicos de trânsito, especialista no tratamento de vítimas de acidentes, disse que os carros são mal construídos e a gravidade das lesões dos que chegam aos hospitais é muito alta.

Para as montadoras brasileiras os carros aqui produzidos estão dentro das leis de segurança do país. E apontam que sem uma boa infraestrutura melhor, estradas mais conservadas, o carro leva desvantagem e rejeitam a noção de que a redução dos custos de produção podem levar a mortes.

O relato informa ainda que as exigências do consumidor brasileiro em relação a segurança e seu conhecimento sobre o assunto são menores que o dos usuários americanos e europeus.

Os carros de entrada no Brasil são extremamente perigosos, isso não pode ser negado e a taxa de mortalidade de acidentes é muito alta”, disse Maria Inês Dolci, coordenadora do Proteste, grupo de defesa do consumidor. Aqui os fabricantes ganham em torno de 10% de lucro por carro produzido no país, em comparação com 3% nos Estados Unidos e uma média global de 5%, de acordo com a IHS Automotive, empresa de consultoria do setor.

Só no próximo ano entrarão em vigor leis que exigem air bag frontal e sistemas de freios ABS em todos os carros, recursos que, há anos, já são usados nos países fabricantes de automóveis.

Para ver o texto completo use o link da publicação na Fox News:

http://www.foxnews.com/leisure/2013/05/13/cars-made-in-brazil-are-deadly/

Fonte: www.fordparatodos.com.br

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Coluna Mecânica Online® n° 34 | Materiais sustentáveis nos automóveis PDF Imprimir E-mail
Escrito por Tarcisio Dias   
Seg, 20 de Maio de 2013 14:31
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Quem poderia imaginar alguns anos atrás a evolução da tecnologia automotiva em conquistar processos mais eficientes no desenvolvimento do automóvel, desde a origem dos materiais até mesmo a preocupação em toda cadeia produtiva para um universo automotivo mais sustentável?

Atualmente já é possível encontrar tecidos à base de PET reciclado no revestimento de bancos e interior de portas da nova picape Saveiro 2014, que é o primeiro veículo comercial leve do País a utilizar esse recurso. Exclusividade da Volkswagen do Brasil, os tecidos com base reciclável foram desenvolvidos pela empresa e estrearam no País no Novo Gol e Novo Voyage, lançados em julho do ano passado.

Altamente tecnológico, o tecido à base de PET reciclado garante o mesmo conforto, qualidade e resistência que os tecidos sem essa composição utilizados em outros modelos da Volkswagen do Brasil. O tecido é composto por até 60% de fio reciclado, sendo que sua matéria-prima bruta é fornecida por empresas certificadas por órgãos ambientais internacionais.

Já na Ford a aplicação de processos mais eficientes na produção de peças da cabine do veículo é suficiente para gerar uma economia de 2.700 litros de diesel e reduzir em mais de 27.000 kg as emissões de dióxido de carbono.

Tradicionalmente, as peças em plástico moldado usadas no interior dos veículos têm acabamento com tinta de alto brilho para entregar a elegância, resistência e durabilidade que os clientes exigem. Com o uso de um material avançado desenvolvido pela Basf, a Ford foi capaz de pular essa etapa, reduzindo custos e o impacto ambiental do processo de pintura no Novo Fusion.

A economia dessa mudança é calculada não só pela eliminação da necessidade de aplicação de tinta, mas também por dispensar o transporte de peças entre os fornecedores e a fábrica para a realização do processo, com uma frota de caminhões que emitem toneladas de dióxido de carbono. Com a criação da nova resina, que também é resistente à maresia, esse passo foi inteiramente eliminado.

O carro conceito Uno Ecology apresenta soluções que o tornam um carro mais ecológico, mais sustentável e com menos impacto ambiental. Entre as novas tecnologias usadas no Uno Ecology, está o motor 1.0 calibrado para consumir apenas etanol (E100). Visando obter o máximo de desempenho do ponto de vista de eficiência energética do etanol, a FPT – Powertrain Technologies desenvolveu um motor protótipo para utilização com 100% de etanol. Além de ser um combustível renovável, é uma alternativa técnica e economicamente viável, que traz a vantagem de proporcionar menos emissões de CO2 ao ser comparado com um motor que utiliza gasolina.

Peças plásticas produzidas com o bagaço da cana-de-açúcar, utilizada na produção do etanol e do açúcar, permitem a redução de peso em torno de 8% em relação a uma peça convencional. Bancos em fibra de coco e látex com origem renovável, permeável ao ar, antifungo, reciclável, biodegradável e de forte cunho social por utilizar o trabalho de cooperativas são outro destaque do veículo. A utilização deles evita o uso de aproximadamente 7 quilos de poliuretano — substância derivada do petróleo — no veículo.

Essas pesquisas podem representar uma substituição de quilos de matérias-primas que hoje têm como a origem o petróleo por fontes renováveis. Ótimas iniciativas!

 

Mecânica Online News

Loja exclusiva AMG – Depois de São Paulo, Curitiba ganha a segunda concessionária no Brasil exclusiva da AMG, marca de performance da Mercedes-Benz. A nova loja, localizada no bairro do Batel, uma das regiões mais exclusivas da cidade, foi inaugurada essa semana e, além de comercializar toda a linha de modelos esportivos da AMG, oferecerá os produtos AMG Collection, que incluem peças de vestuário, miniaturas e acessórios de alta qualidade com a grife AMG.

Mulheres no comando - As mulheres adquiriram independência com o passar do tempo. E isso se reflete, também, no mercado de carros. De acordo com uma pesquisa realizada pela rede especializada em serviços automotivos DPaschoal, 45% dos automóveis comercializados hoje no Brasil são adquiridos pelo sexo feminino.

 

Confira as características que mais atraem as mulheres:

• Design: desenhos com formas arredondadas fazem muito sucesso. Os estilos aventureiros também costumam habitar a garagem delas: o estilo robusto faz com que elas se sintam mais imponentes no trânsito;

• Posição de dirigir: a posição de dirigir mais elevada é um dos principais fatores que levam as mulheres a escolherem as minivans e os monovolumes;

 

• Praticidade: elas adoram carregar vários tipos de objetos. Nesta hora a praticidade entra em ação. Os porta-trecos, mesinhas ao estilo avião para os bancos de trás e demais mimos conquistam os corações delas;

• Conforto: exigentes, as mulheres não abrem mão do conforto como um dos principais fatores na hora de levar um veículo para casa.

Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecatrônico e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica. E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 
BMW fará recall de 220 mil veículos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Larissa Nogueira   
Sáb, 18 de Maio de 2013 11:54

A montadora alemã confirmou que vai fazer o recall de cerca de 220 mil veículos, boa parte deles nos EUA, fabricados entre 2002 e 2003. O motivo seria uma falha nos airbags fornecidos pela Takata Corp.Dentre os modelos incluídos nesse chamado, estão os sedãs populares da BMW, cupês conversíveis e stations wagons.

Um relatório constatou que os airbags da Takata instalados no banco de passageiro da frente não podem inflar corretamente por conta de um defeito de fabricação no propulsor. Com isso, há o risco de incêndio ou de passageiros se ferirem com fragmentos de metal disparados em direção ao para-brisa ou para baixo, na direção dos pés do passageiro.

A BMW disse não ter ciência das lesões ou acidentes causados pelos airbags, e que espera ter peças para fazer os reparos necessários aos veículos a partir de julho. Em abril,foram produzidos 3,4 milhões de veículos pela Toyota Motor Corp.

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Quem gosta de congestionamento? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Célio Pezza*   
Sex, 17 de Maio de 2013 18:35
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A presidente da Petrobrás, Sra. Maria das Graças Foster, em entrevista recente ao jornal gaúcho Zero Hora, disse “acho lindo um engarrafamento, pois o meu negócio é vender combustível”. Mais adiante completou “acho lindo carro na rua, estou faturando”. Esse é o pensamento da mulher que está no comando de uma das maiores empresas do mundo no rentável mundo do petróleo. Aliás, por falar em rentabilidade, a Petrobrás apresentou um péssimo resultado em 2012 com o pior lucro dos últimos cinqüenta anos, uma queda na produção e aumento do endividamento.

Em fevereiro de 2013, o deputado federal Raul Henry (PMDB) declarou na Tribuna da Câmara Federal, que uma das causas desse desastre é o aparelhamento político da empresa, que resultou em muitas mazelas, inclusive na realização de negócios suspeitos. Em carta aos acionistas, a presidente Graça Foster falou sobre alguns motivos da queda de 36% nos lucros, como o aumento de importações, a desvalorização cambial e um aumento de despesas extraordinárias.

Por falar em despesas extraordinárias, a empresa tem um caso interessante, que agora o Ministério Público Federal decidiu investigar. É o antigo caso da compra de uma empresa belga sediada no Texas, EUA. A história é a seguinte: Em 2005 a empresa belga Astra Oil comprou uma refinaria norte-americana, chamada Pasadena Refining System, por US$45 milhões. No ano seguinte, os belgas venderam 50% da empresa para a Petrobrás, por US$ 360 milhões.

Continuando a história, em 2008, viram que a refinaria não servia para refinar o petróleo brasileiro, considerado pesado e precisava de grandes investimentos. Neste momento os sócios se desentenderam e a Petrobrás se dispôs a comprar a outra metade da empresa. Devido a cláusulas contratuais, os belgas exigiram que a Petrobrás comprasse a outra metade por módicos US$ 700 milhões. Na época, Dilma Roussef, então presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, acusou o absurdo da operação e se recusou a pagar. O assunto foi parar na justiça norte-americana e a Petrobrás teve que pagar em 2012 a importância de US$ 839 milhões. Resumindo o caso: uma refinaria que custou aos belgas US$ 45 milhões, foi parar nas mãos da Petrobrás por quase US$1,2 bilhão. Para piorar, a refinaria não serve para o petróleo brasileiro. Este foi um dos milagres da gestão de Sergio Gabrielli na presidência da Petrobrás.

Dilma trocou o presidente, mas a Petrobrás ficou com a conta. Dá para começar a entender o que são despesas extraordinárias? É uma pena que uma empresa como a Petrobrás, que possui uma das melhores tecnologias do mundo, que é um verdadeiro celeiro de engenheiros e técnicos brilhantes, um verdadeiro orgulho nacional, esteja nas mãos de políticos que exercem uma administração partidária, contra os interesses reais da empresa e do país. Quando você estiver preso em um congestionamento monstruoso, comum nas grandes cidades, aproveite para pensar um pouco e procurar entender o que acontece no Brasil.

* Célio Pezza é escritor e autor de diversos livros, entre eles: As Sete Portas, Ariane, A Palavra Perdida e o seu mais recente A Nova Terra - Recomeço.

Saiba mais em www.celiopezza.com / Blog: http://celiopezza.com/wordpress/

 
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