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Escrito por Eduardo Azeredo
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Sex, 08 de Março de 2013 10:46 |
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Assim como a grande maioria dos fatores que envolvem a pilotagem de uma motocicleta, a condução de um garupa é algo que influencia diretamente na segurança, o que pode ser resolvido com um pouco de aplicação de técnicas simples, além é claro de sintonia entre as partes, evitando assim pequenos erros podem levar a dupla ao chão num piscar de olhos.
Aquela impressão de que uma pessoa magrinha é obrigatoriamente leve ou de que uma gordinha é pesada para garupa de uma moto, é algo bastante contraditório, pois o que faz fornecer a sensação de leveza é principalmente a postura e comportamento sobre a motocicleta. Por isso darei algumas pequenas dicas que ajudarão bastante para uma pilotagem segura com garupa.
Começo direcionando a atenção aos pilotos, alertando que, quando estiverem acompanhados, a forma de guiar já requer diversas adaptações, como por exemplo na frenagem. É indispensável lembrar que há outra pessoa atrás e ela não sabe o que você vai fazer, por isso procure sempre usar de frenagens mais suaves e com maior intensidade no freio traseiro, pois se usar apenas o freio dianteiro resultará no efeito de "mergulho", que projetará o garupa para cima das costas do motociclista, desestabilizando todo o conjunto.
Outro fator de atenção são as curvas, pois com peso extra, a forma de execução e ângulo de inclinação da moto são afetados, obrigando o piloto a economizar um pouco na velocidade para tomada de curvas. Assim como nas frenagens, abuse da suavidade, pois curvas bruscas acabam levando o carona a se assustar e levantar o corpo, podendo fazer a moto perder a traseira e ocasionar uma queda.
Vale lembrar que, mesmo sem garupa, os braços devem estar relaxados, para que possam funcionar como "amortecedores". A fixação do piloto na moto se dá pelas pernas, abraçando o tanque. Especialmente com garupa, se esta técnica não estiver bem aplicada, o piloto exercerá uma força ainda maior no guidão, deixando-o com os braços cansados e principalmente tirando a estabilidade da moto.
Para um motociclista a concentração e foco na pilotagem são fatores primordiais e por isso, outra prática bastante comum e arriscada é a conversa com o garupa. Há aqueles que chegam a olhar pra trás para conversar, o que é extremamente perigoso e também pode levar a uma queda, caso apareça algum obstáculo que exija manobra de desvio, entre outras ações.
Agora vamos ao garupa, que tem uma enorme participação na segurança da pilotagem. Em uma moto, a distribuição de peso é algo vital para uma pilotagem segura e em alguns casos, um movimento mais brusco, tanto do piloto quanto, principalmente, do garupa, podem desestabilizar completamente o veículo e levar a uma queda.
Uma dúvida bastante frequente entre os garupas é sobre o que fazer em relação à postura em cima da moto e respondo dizendo que o ideal é sempre copiar os movimentos do piloto, de forma gradativa. Um mínimo movimento mais forte pode influenciar negativamente na estabilidade da motocicleta.
É indicado também que sempre segure na frente, no condutor, mas nada impede que fique com uma mão na alça de segurança da traseira da moto e outra no piloto, ou mesmo as duas mãos na alça. Lembrando que muitas motos não possuem alça de segurança, então vale se acostumar a segurar sempre no piloto. Segurando no piloto é importante ter cuidado para não jogar seu peso para cima dele, o obrigando a fazer mais esforço e consequentemente atrapalhando a concentração.
Por incrível que pareça, muitas das quedas acontecem com a moto parada, em casos onde o garupa vai subir na moto sem antes ter a liberação por parte do piloto. É importante sempre perguntar se já pode subir, pois o motociclista precisar estar firme e apoiado para o garupa embarcar na motocicleta. A mesma atenção deve ser tomada para descer da moto.
Resumindo, a relação entre piloto e garupa exige alguma técnica e bastante entrosamento, para que qualquer trajeto, seja por transporte ou a passeio, termine bem e só com boas recordações. Pilote sempre com prudência, responsabilidade, respeito e segurança.
Foto: Flávia Bedeschi

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Escrito por Eduardo Azeredo
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Qua, 19 de Dezembro de 2012 09:51 |

Falar de combustíveis no Brasil é sempre um assunto muito polêmico, pois envolve diversas picaretagens de várias formas, cores, medidas, origens, capazes de deixar qualquer consumidor perdido. Convivemos com problemas que vão desde preços abusivos, passando por adulteração da bomba até adulteração do combustível propriamente dito.
Em um intervalo de menos de 3 semanas senti na pele, por duas vezes o peso dessa indústria cheia de covardias e criminalidade. Minha moto, uma Suzuki GSX750F, carburada, que estava funcionando maravilhosamente bem, após ser abastecida num posto de bandeira Ipiranga na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, onde abastecia frequentemente, começou a ficar estranha, presa, oscilando muito o giro, engasgando em média rotação. E não foi uma gasolina qualquer, pois habitualmente coloco o melhor da linha de cada marca, no caso do Ipiranga, a gasolina Premium, custando R$3,56 o litro.
Lá fui eu para a oficina Center Moto, em Botafogo, onde faço toda a manutenção da minha moto. De cara veio o diagnóstico de que o problema foi ocasionado pela péssima qualidade da gasolina e obviamente troquei de posto. Foi necessário fazer toda a carburação da moto, limpeza do sistema e lavagem do tanque, para que o problema fosse sanado.
Logo após pegar a moto pronta, funcionando maravilhosamente bem, retomei um hábito antigo, de abastecer com a V-Power, da Shell. No caso o posto escolhido foi um em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e onde R$3,19 por litro. No primeiro abastecimento, tudo normal, mas no segundo o comportamento voltou a ficar estranho. A moto ficou aparentemente operando e apenas dois dos seus quatro cilindros. Na primeira oportunidade voltei à oficina e lá estava a constatação do problema, mais uma vez o combustível.
Na oficina fizemos um breve teste onde foram coletadas duas pequenas amostras, uma da gasolina que estava no tanque e outra de uma das gasolinas que a oficina usa nas suas motos de competição, que é uma gasolina comercializada normalmente, a Podium, da Petrobras, e o resultado foi assustador. As duas amostras foram jogadas numa superfície e a do estoque da oficina prontamente começou a evaporar e secar, enquanto a que estava no tanque da minha moto formou uma borra escura manchando o solo.
Deixo claro que não estou, em momento algum, contestando a qualidade das bandeiras mencionadas ou de suas marcas, meu protesto é especificamente direcionado aos postos que cometem crime de adulteração de combustíveis, manchando a imagem de empresas sérias e, principalmente prejudicando os veículos de milhares de brasileiros.
Alerto a todos que tomem bastante cuidado, escolham bem o posto onde vão abastecer. Tentem fidelizar com ele, para caso venham a ter problemas, saber exatamente para onde direcionar a reclamação.
Em caso de problemas, procure a ANP (Agência Nacional do Petróleo), responsável pela regulamentação e fiscalização dos postos de combustíveis, e procurem também o serviço de atendimento ao cliente da bandeira que utilizou. Torço para que atitudes sejam tomadas e o consumidor passe a ser devidamente respeitado.
Abaixo disponibilizo o contato da ANP e os sites das principais bandeiras:
ANP: 0800-970-0267 | www.anp.gov.br
Shell: www.shell.com.br
Ipiranga: www.ipiranga.com.br
Petrobras: www.br.com.br
Ale: www.ale.com.br
Forza: www.forza.com.br
Contatos do autor: Eduardo Azeredo -
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Escrito por Eduardo Azeredo
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Qua, 05 de Dezembro de 2012 13:52 |

Definitivamente o sul-africano Brian Capper corre muito mais à vontade quando está cercado pela magia brasileira. No último sábado (01/12) reinou absoluto deixando para trás todos os seus concorrentes, aliando técnicas de trial e enduro, dentro de um canavial na cidade de Itú (SP), conquistou a primeira edição do Red Bull Cross Choice. Ultrapassando com certa tranquilidade as partes mais técnicas da pista, que oferecia diversos obstáculos, como pedras, pneus e troncos de madeira, sem falar na velocidade e os saltos de tirar o fôlego.
“Algumas das vias eram mais difíceis, mas acho que a principal coisa neste evento era pegar um caminho com a menor quantidade de adversários possível”, disse o vencedor, que manteve ritmo forte durante toda a prova.
A vice-liderança ficou para Adam Raga, da Espanha, seis vezes campeão mundial de trial, que não teve a mesma facilidade para se adaptar à pista, mas conseguiu ter boa performance nos obstáculos, e só deixou a desejar nos trechos maior velocidade. “Eu ia bem nos trechos de obstáculo mas, na hora de imprimir velocidade, acabava perdendo bastante tempo”, explicou o espanhol.
Adam chegou a ficar próximo da vitória no fim da prova, mas o canavial alto atrapalhou seu ritmo. “Foi uma prova muito diferente, pois você não consegue ver a distância em relação aos seus adversários. Mas, no final, foi bom porque ele foi realmente melhor neste evento e eu ia acabar errando se tentasse acelerar mais”, disse Raga. A terceira colocação ficou para o paranaense Leandro Silva, duas vezes campeão brasileiro de motocross, seguido por Diego Ordoñez, da Guatemala, em quarto e Wellington Garcia, do Brasil, em quinto.
Entre suas proezas, em dezembro do ano passado, Brian Capper ultrapassou um estádio de futebol que foi usado na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, com sua moto de trial. “Acho que os brasileiros não vão mais me convidar para vir aqui. Eles não devem estar muito satisfeitos com o meu domínio hoje”, brincou o sul-africano.
Para quem não conhece, o Red Bull Cross Choice, pela primeira vez no Brasil, foi uma competição realizada dentro de um canavial, que mesclava pilotos de diversas modalidades do motociclismo off-road. No circuito havia três pontos onde os atletas eram obrigados a escolher entre quatro vias que ofereciam diferentes obstáculos, cada um favorecendo uma modalidade.
Fotos: Fábio Piva e Marcelo Maragni – Red Bull Content Pool


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Escrito por Eduardo Azeredo
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Qua, 22 de Agosto de 2012 17:32 |
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Agora os motociclistas do Rio de Janeiro também fácil acesso a uma concessionária da italiana MV AGUSTA. Inaugurada no último sábado, 18 de agosto, a ITVA, que fica na Barra da Tijuca, na capital carioca, conta com venda dos modelos da marca, além de assistência pós-venda liderada por técnicos treinados pela MV AGUSTA, loja de acessórios, e oferece aos clientes a oportunidade de um test ride com os modelos F4 e Brutale, ambos montados no Brasil.
O horário de atendimento é de segunda à sexta, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 15h.Além da marca MV AGUSTA, a nova concessionária, pertencente ao Grupo Itavema, chega com um conceito diferenciado, oferecendo também a venda de bicicletas elétricas, scooters e da DAFRA Motos, que também estão disponíveis para test ride.
Mais informações:
Rua Olegário Maciel, 71 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ
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Escrito por Eduardo Azeredo
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Ter, 21 de Agosto de 2012 19:33 |

A H-D do Brasil disponibiliza nova versão de seu aplicativo interativo do catálogo 2012. O app que já estava disponível para iPad, também pode ser utilizado pelos consumidores, concessionárias e fãs da marca em aparelhos com sistema Android. A primeira versão do aplicativo teve grande sucesso no Brasil com cerca de 10.000 downloads em seis meses.
Esta nova versão vem com uma série de melhorias, como navegação mais fácil e intuitiva, conteúdo mais completo, que proporcionam uma experiência ainda mais interativa com o usuário. Os recursos originais foram mantidos, como detalhes sobre as motocicletas, suas funcionalidades, acessórios, opções de cores e visualização em 360º (somente no iPad), vídeos e fotos exclusivas, o consumidor encontrará informações sobre a H-D, serviços prestados e eventos programados para o ano.
E as novidades não param por aí. O catálogo 2012 interativo possui uma linha do tempo contando a história das roupas da marca em comemoração ao aniversário de 100 anos de MotorClothes®. Permitindo visualizar as datas e os marcos mais relevantes, como a inserção do famoso Bar & Shield nas roupas e acessórios, a história da jaqueta de couro, a influência em filmes etc.
“É nossa intenção estar cada vez mais próximos de nossos clientes e fãs, independente de onde eles estiverem e de que forma eles se comunicam conosco. São tantos recursos disponíveis que considero nosso aplicativo mais do que apenas um catálogo, pois ele traz um pacote completo da experiência Harley-Davidson que vai alimentar ainda mais a paixão dos entusiastas pela marca”, conforme diz o Júlio Vitti, gerente de Marketing, Produtos e Relações Públicas da Harley-Davidson do Brasil.
Para fazer o download do aplicativo para iPad, acesse http://itunes.apple.com/app/harley-davidson-brasil-12/id499572656?mt=8. Para a versão Android, acesse https://play.google.com/store/apps/details?id=com.habilisbr.harley.kiosk |
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